Cunha abre sessão para contar prazo no processo de impeachment
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abriu uma sessão nesta sexta-feira (8) no plenário da Casa para contar o prazo de análise do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na comissão especial. Entre a apresentação do relatório, ocorrida na quarta-feira (6), e a votação do texto devem transcorrer cinco sessões do plenário da Câmara. A expectativa dos deputados favoráveis ao impeachment é votar o relatório, que pede a cassação de Dilma, na próxima segunda-feira (11).
Desde que o processo de impeachment passou a tramitar na comissão especial, Cunha e a ala de oposição ao governo definiram a estratégia de realizar sesssões todos os dias, inclusives segunda e sextas, datas tradicionalmente de pouco movimento na Câmara, para acelerar os prazos.
A sessão desta sexta é não-deliberativa, quando não há votações de projetos, apenas discussões.
Depois de abrir os trabalhos, Cunha saiu do plenário e falou com jornalistas sobre o rito do impeachment. Ele disse que o caso será votado pelos deputados dois dias depois que for analisado na comissão especial, independentemente do dia em que o parecer for votado.
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Desde que o processo de impeachment passou a tramitar na comissão especial, Cunha e a ala de oposição ao governo definiram a estratégia de realizar sesssões todos os dias, inclusives segunda e sextas, datas tradicionalmente de pouco movimento na Câmara, para acelerar os prazos.
A sessão desta sexta é não-deliberativa, quando não há votações de projetos, apenas discussões.
Depois de abrir os trabalhos, Cunha saiu do plenário e falou com jornalistas sobre o rito do impeachment. Ele disse que o caso será votado pelos deputados dois dias depois que for analisado na comissão especial, independentemente do dia em que o parecer for votado.
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