UFC fatura em um mês quase metade do que em 2014, mas conto de fadas pode virar terror


O ano de 2014 foi um pesadelo para o UFC. Pela primeira vez em anos, a Zuffa (empresa que administra o Ultimate) fechou com queda de valor de mercado (e uma queda de nada menos que 40%). E o principal indicador de interesse, as vendas de pay per view nos Estados Unidos e Canadá, também despencaram bruscamente e atingiram o pior número desde 2005.

Mas tudo mudou em janeiro, e o pesadelo se transformava aos poucos em um conto de fadas novamente. Com apenas dois eventos, o faturamento nas vendas de pay per view atingiu quase metade do que conseguiu em todo ano de 2014. Mais que isso: o UFC já colocou um evento no top 5 de bilheterias, chegou à maior audiência de sua história na TV à cabo norte-americana e ainda teve o segundo maior evento fora dos EUA em presença de público.

Motivos de festa? Claro! Se não fosse um imensurável problema. Ao mesmo tempo que colhe seus louros financeiros, o UFC também se vê envolto à maior crise de sua história. Em menos de um mês, viu duas das maiores estrelas de sua história serem envolvidas em escândalos de doping. E tem toda a imagem que demorou anos para construir ser colocada em xeque.

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