Aly Raisman condena falta de mudanças na Federação de Ginástica dos EUA


O julgamento dos casos de abuso sexual envolvendo o ex-médico da Federação de Ginástica dos Estados Unidos (USA Gymnastics), Larry Nassar, colocou em evidência a negligência da entidade em relação à segurança de suas atletas. A falta de investigação do caso por parte dos diretores gerou críticas de muitas vítimas, entre elas Aly Raisman, capitã da seleção de ginástica nas últimas duas edições dos jogos olímpicos. Raisman criticou a falta de mudanças na postura da direção da USA Gymnastics, mesmo após três diretores pedirem demissão.

Em suas redes sociais, Aly Raisman disse que a saída de três diretores é muito pouco, muito tarde e não resolve o problema. Segundo a ginasta, a entidade deveria buscar formas de garantir que casos semelhantes não se repitam no futuro e não é o que vem fazendo. Nem mesmo o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC) foi poupado das críticas da atleta.

- Ao longo da última semana, sobreviventes corajosamente enfrentaram o homem que perpetrou o mal para compartilhar suas dolorosas histórias. Muitas delas, e eu me incluo nesse grupo, acreditam que o USOC também é culpado. O comitê estava lá para 'focar em ajudar as bravas sobreviventes'? Não. Eles divulgaram um comunicado? Covardes - escreveu Aly.

O presidente do conselho administrativo, Paul Parilla, seu vice, Jay Binder e a secretária de tesouro, Bitsy Kelley, da USA Gymnastics pediram demissão, na última segunda-feira (22), em meio às muitas críticas de atletas feitas durante os depoimentos no julgamento de Nassar, que começaram na última terça-feira (16).




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