Tática que deu certo no clássico é a chave para Palmeiras bater bolivianos
O técnico Eduardo Baptista certamente escalará o Palmeiras com força máxima para jogar em casa nesta quarta-feira, contra o Jorge Wilstermann, pela Taça Libertadores da América, mas não deve mudar a tática que valeu a vitória por 3 a 0 sobre o São Paulo, no sábado, pelo Campeonato Paulista. Assim como o rival do Morumbi, o time boliviano tem na agressividade do setor ofensivo seu ponto forte – o que foi bem anulado pelo Palmeiras no clássico.
A equipe de Cochabamba, jogando em casa com a altitude de 2.570m a favor, construiu a goleada por 6 a 2 sobre o Peñarol, na última terça-feira, baseado na disposição de seu setor ofensivo. O time não deixou o rival uruguaio jogar e conseguiu fazer três gols em 32 minutos de jogo com uma disposição tática que tem o argentino Bergese, de 31 anos, aberto pela direita, o brasileiro Thomaz Santos solto, mudando de lado e sempre buscando o bote em algum defensor, e o atacante boliviano José Gabriel Ríos, autor de dois gols, saindo da área para desarmar.
– O Jorge Wilstermann tem dois atacantes rápidos, que precisam ser neutralizados. Um time que fez seis gols na estreia tem de ser estudado e já temos uma ideia. Eles se fecham para sair com velocidade – analisou Eduardo Baptista.
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