Defesa de Cunha diz que não há risco à investigação e pede liberdade
Os advogados que defendem o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) protocolaram um documento no sistema eletrônico da Justiça Federal do Paraná, na noite de terça-feira (7), solicitando a liberdade do cliente.
A defesa argumentou que a instrução do processo já terminou e que, portanto, não haveria mais riscos à investigação. Até a manhã desta quarta-feira (8), o juiz não tinha se manifestado sobre o pedido.
"Nessa fase processual, após cinco meses de prisão cautelar, com a instrução das duas ações penais próximas ao fim e com a intenção manifestada por ambos os acusados de esclarecer os fatos, reputo não mais absolutamente necessária a manutenção da prisão preventiva, sendo viável substitui-la por medidas cautelares alternativas", disse a defesa.
Já nesta quarta, a defesa de Cunha informou que pediu à família os exames que diagnosticaram o aneurisma dele. A documentação deve ser juntada ao processo.
Cunha disse, em depoimento prestado à Justiça na tarde de terça-feira (7), que tem um aneurisma cerebral parecido com o que teve a ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva. Dona Marisa morreu na sexta-feira (3).
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Já nesta quarta, a defesa de Cunha informou que pediu à família os exames que diagnosticaram o aneurisma dele. A documentação deve ser juntada ao processo.
Cunha disse, em depoimento prestado à Justiça na tarde de terça-feira (7), que tem um aneurisma cerebral parecido com o que teve a ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva. Dona Marisa morreu na sexta-feira (3).
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