Senhor Janot, o Brasil aplaude o vazamento e quer mais
Dia 22 de agosto de 2016: a Procuradoria Geral da República fixou a suspensão das negociações do acordo de delação premiada do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e outros investigadores se irritaram com o vazamento de um dos assuntos tratados na fase pré-acordo de colaboração.
Para Janot, a divulgação de uma informação sobre citação ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli teria como objetivo forçar a Procuradoria-Geral da República a aceitar o acordo de delação conforme os interesses dos investigados.
Numa das mensagens interceptadas no celular de Pinheiro, constava referência a uma obra na casa de um ministro do STF. Vamos lembrar: Toffoli teria reclamado que tinha problemas de infiltração em sua casa. A OAS teria enviado engenheiros à residência do ministro e indicado uma empresa para fazer o serviço. A revista Veja escreveu que Toffoli contratou a empresa e arcou com a conta.
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