Nobre apresenta sucessor e pede ao palmeirense um "presente de Natal"
Quinta-feira, 15 de dezembro de 2016. Após quatro anos na presidência, Paulo Nobre se despede da vida política do clube e passa o comando do Palmeiras para Maurício Galiotte. Na prática, a expectativa é que a mudança represente pouco impacto no dia a dia do Verdão.
– Ele foi um dos leais escudeiros que eu tive nessa gestão. Posso falar que meus quatro vices e, principalmente, a minha diretoria como um todo foram extremamente leais mesmo nos momentos mais difíceis e controversos. Sou muito grato a todos eles. Peço ao torcedor palmeirense que, por mais difícil que seja, tenha paciência. Que saiba entender que está iniciando uma nova gestão.
(Maurício Galiotte) É uma pessoa muito bem intencionada, foi meu vice-presidente por quatro anos e vai precisar muito de apoio – disse Nobre, em entrevista concedida há pouco mais de uma semana ao GloboEsporte.com.
– O Maurício tem a gestão dele, que é uma continuação da nossa. O grupo é o mesmo, mas o piloto é outro. Ele tem a maneira dele de pilotar o Palmeiras. O clube não é um trilho, que se andar dez centímetros para o lado você capota. O Palmeiras é uma trilha, sabemos o norte e onde queremos chegar. Mas cada piloto tem a sua maneira de conduzir. Uns vão mais à direita, uns mais à esquerda, outros ao centro, isso vai ser diferente. Ele tem a maneira dele de conduzir e tem competência para isso – acrescentou.
Galiotte foi eleito presidente do Verdão em uma eleição com chapa única. Além do primeiro vice agora como principal mandatário do clube, Nobre conseguiu manter a base da sua diretoria – o restante da chapa foi composto pelos vices Antonino Jesse Ribeiro, Victor Fruges e José Carlos Tomaselli.
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