Campeão brasileiro, Palmeiras se volta para outra obsessão: a Libertadores


"A Taça Libertadores, obsessão... Tem de jogar com a alma e o coração!". A música entoada constantemente pela torcida do Palmeiras deixa claro o quanto a competição continental significa para o clube. Conquistada uma única vez pelo Verdão, em 1999, a tão desejada taça volta à pauta como principal objetivo na próxima temporada – da arquibancada ao elenco.

O fim do jejum de 22 anos sem conquistar o Campeonato Brasileiro marcou o ano de 2016. O Palmeiras não terá o técnico Cuca para a sequência, mas contará com a manutenção da base do time campeão nacional. Um projeto que aumenta a ansiedade de todos. Eduardo Baptista será o responsável por tentar dar continuidade ao bom trabalho deixado pelo ex-técnico.

– É algo que eu vou buscar com todas as forças. É um título que não tenho, que busco e almejo para a minha carreira. A Libertadores e o Mundial também. Minha dedicação vai ser maior do que em todos os anos. É um título importantíssimo não só para mim, mas para o Palmeiras também – resume o lateral Jean.

Capitão do Santos na conquista da Libertadores de 2011, Edu Dracena será um dos veteranos do Verdão na busca pelo bicampeonato continental. De antemão, o zagueiro alerta para a necessidade de um elenco reforçado, especialmente após a mudança da fórmula de disputa.

A edição 2017 do torneio vai de fevereiro a novembro, com 42 semanas de duração (a edição deste ano teve 27 semanas). Antes da fase de grupos, haverá duas fases preliminares. Na primeira, 16 clubes serão divididos em oito duelos com partidas de ida e volta. Os oito classificados disputam novo mata-mata, que colocará quatro times na fase de grupos. Estas equipes se juntarão aos 28 classificados de forma direta (caso do campeão brasileiro).

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