Roth justifica três volantes por meio mais "combativo" e resgate de "luta"
Conforme anunciou após a derrota para o Vitória, Celso Roth vai promover mudanças no Inter na partida desta segunda-feira contra o América-MG, no Independência. No treino deste domingo, na Cidade do Galo, o treinador sacou Seijas e Nico López do time titular e armou a equipe com três volantes para encarar o lanterna do Brasileirão. O objetivo? Ter um meio-campo mais "combativo", com mais "luta".
A justificativa foi dada pelo técnico em entrevista coletiva após o treinamento. Roth armou o Inter com Eduardo Henrique no lugar de Seijas, ao lado de Rodrigo Dourado e Fabinho. Não gostou muito da atuação do volante na atividade e deixou sua escalação em aberto, mas a tendência é que repita essa formação.
– Nós precisamos ter um meio mais forte, cheio e combativo. Essa é a razão fundamental. Estamos tendo dificuldade. Não tanto contra o Vitória, que se defendeu e ganhou em uma bola parada. O Eduardo Henrique é um misto, um jogador que marca e chega, tem um passe muito qualificado. Treinou para ver qual a reação. Deixou um pouco, mas já conversamos com ele. Até amanhã a gente define como vai ser o time – justificou.
– Quais as nossas raízes, culturalmente? São de luta, de enfrentamento. O Inter não pode perder suas raízes. O Inter sempre teve muita luta, garra e técnica. É justamente isso aí nossa intenção. Se não tivermos competição interna, não teremos competição externa. Somos todos o mesmo grupo, mas a disputa legal é sempre mais importante. É isso que quero recuperar no Inter – acrescentou o técnico.
Além de Seijas, Nico López também perdeu a vaga no ataque ao lado de Aylon. O primeiro, embora tenha virado referência técnica e anímica do time, já vinha sendo sacado pelo treinador nas últimas partidas. Roth elogiou os gringos, mas avisou que eles só devem voltar quando o time estiver mais "equilibrado".
– (Seijas) é um grande jogador, vai nos ajudar muito ainda. Só que tem momentos e momentos. Nós precisamos equilibrar nosso time o mais rápido possível. Principalmente nesse sentido de ter um meio cheio e uma marcação forte. Tanto ele quanto o Nico vão nos ajudar, se não nesse momento, em outro em que estivermos mais equilibrados – explicou.
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A justificativa foi dada pelo técnico em entrevista coletiva após o treinamento. Roth armou o Inter com Eduardo Henrique no lugar de Seijas, ao lado de Rodrigo Dourado e Fabinho. Não gostou muito da atuação do volante na atividade e deixou sua escalação em aberto, mas a tendência é que repita essa formação.
– Nós precisamos ter um meio mais forte, cheio e combativo. Essa é a razão fundamental. Estamos tendo dificuldade. Não tanto contra o Vitória, que se defendeu e ganhou em uma bola parada. O Eduardo Henrique é um misto, um jogador que marca e chega, tem um passe muito qualificado. Treinou para ver qual a reação. Deixou um pouco, mas já conversamos com ele. Até amanhã a gente define como vai ser o time – justificou.
– Quais as nossas raízes, culturalmente? São de luta, de enfrentamento. O Inter não pode perder suas raízes. O Inter sempre teve muita luta, garra e técnica. É justamente isso aí nossa intenção. Se não tivermos competição interna, não teremos competição externa. Somos todos o mesmo grupo, mas a disputa legal é sempre mais importante. É isso que quero recuperar no Inter – acrescentou o técnico.
Além de Seijas, Nico López também perdeu a vaga no ataque ao lado de Aylon. O primeiro, embora tenha virado referência técnica e anímica do time, já vinha sendo sacado pelo treinador nas últimas partidas. Roth elogiou os gringos, mas avisou que eles só devem voltar quando o time estiver mais "equilibrado".
– (Seijas) é um grande jogador, vai nos ajudar muito ainda. Só que tem momentos e momentos. Nós precisamos equilibrar nosso time o mais rápido possível. Principalmente nesse sentido de ter um meio cheio e uma marcação forte. Tanto ele quanto o Nico vão nos ajudar, se não nesse momento, em outro em que estivermos mais equilibrados – explicou.
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