Pokémon Go causa furor no Brasil; saiba como jogar
Enquanto a repórter Junia Oliveira estava no Mineirão escrevendo a matéria que você lê nesta edição de Gerais, a mesa dela foi invadida no começo da noite de ontem, no prédio onde funciona a redação do Estado de Minas, no Bairro Funcionários, em Belo Horizonte. Um ser parecido com um morcego azul, chamado Zubat, borboleteava sobre as anotações da jornalista. Mas o ataque só era percebido por meio da tela de um telefone celular com o aplicativo Pokémon Go, que chegou ao Brasil, após longa espera dos fãs. O lançamento acabou ofuscando a Olimpíada e emplacou o topo dos trending topics, os assuntos mais comentados do Twitter.
O Pokémon Go, inspirado no desenho animado de mesmo nome, gerou ansiedade de fãs, com espera de mais de um mês entre o lançamento internacional e o definitivo acionamento dos servidores brasileiros. O aplicativo populariza de vez a chamada realidade aumentada. A técnica faz a integração entre os mundos real e virtual, por exemplo, por meio de uma câmera. Assim, ao apontar o telefone para os locais que realmente existem, aparecem na tela, sobrepostos à imagem do cenário, os personagens do jogo – que só existem nesse ambiente virtual. A graça, no caso, está em colecionar os bichos. O jogo funciona em tablets e smartphones que rodam os sistemas iOS e Android.
Com a chegada do game a BH, os fãs começaram a montar um mapa colaborativo de poketstops – uma versão preliminar havia sido lançada, mas foi zerada na noite de ontem. Nos arredores da redação, na Zona Sul da capital, foram encontradas as espécies Snorlax e Lapras, além do Zubat, detectado também na sala dos jornalistas que trabalham com a primeira página do jornal. Na rua, as reações ainda são curiosas. “Que isso, um novo Zap zap?”, perguntava um motorista que passava na Avenida Getúlio Vargas.
A estrutura do jogo prevê pontos de concentração conhecidos como “ginásios”, normalmente localizados em shoppings e monumentos públicos. São locais da cidade onde os pokémons coletados podem entrar em batalhas com outros bichos virtuais – assim, eles “evoluem”, o que também é objetivo dos jogadores. Um desses ginásios, por exemplo, é a Praça Tiradentes.
Para os fãs mais viciados, a quantidade de espécies disponíveis nesta nova versão mobile do game pode ser frustrante – são 151, contra os 721 que existem na franquia, como explica o estudante Rodrigo Mantovani, fã do game em diferentes plataformas há 13 anos. “Mas, de qualquer forma, sair para capturar é muito legal”, avalia.
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Com a chegada do game a BH, os fãs começaram a montar um mapa colaborativo de poketstops – uma versão preliminar havia sido lançada, mas foi zerada na noite de ontem. Nos arredores da redação, na Zona Sul da capital, foram encontradas as espécies Snorlax e Lapras, além do Zubat, detectado também na sala dos jornalistas que trabalham com a primeira página do jornal. Na rua, as reações ainda são curiosas. “Que isso, um novo Zap zap?”, perguntava um motorista que passava na Avenida Getúlio Vargas.
A estrutura do jogo prevê pontos de concentração conhecidos como “ginásios”, normalmente localizados em shoppings e monumentos públicos. São locais da cidade onde os pokémons coletados podem entrar em batalhas com outros bichos virtuais – assim, eles “evoluem”, o que também é objetivo dos jogadores. Um desses ginásios, por exemplo, é a Praça Tiradentes.
Para os fãs mais viciados, a quantidade de espécies disponíveis nesta nova versão mobile do game pode ser frustrante – são 151, contra os 721 que existem na franquia, como explica o estudante Rodrigo Mantovani, fã do game em diferentes plataformas há 13 anos. “Mas, de qualquer forma, sair para capturar é muito legal”, avalia.
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