Na luta por vaga, Brasil quer fugir de bicampeã olímpica: "Mais importante"

A tão sonhada classificação inédita para o mata-mata da Olimpíada do Rio não veio há dois dias, mas continua muito próxima. Está tão perto que é possível a seleção brasileira masculina de handebol entrar em quadra nesta segunda-feira, contra a Suécia, já assegurada na próxima fase. Terceiro colocado no Grupo B, o Brasil joga às 16h40 (de Brasília), contra os atuais vice-campeões olímpicos, que não têm mais chance de passar por terem perdido todos os jogos das quatro primeiras rodadas. Confiante na vaga nas quartas de final, o técnico Jordi Ribera só pensa em uma coisa: fugir da França, atual bicampeã olímpica e campeã mundial, que lidera o Grupo A.

- Para nós, é possível vencer a Suécia no próximo jogo. Ficar em segundo, é mais difícil (o confronto nas quartas). Mas o mais importante é não fazer um jogo contra a França - admitiu o espanhol.

Sem nunca ter passado de fase numa Olimpíada, a seleção masculina está surpreendendo pelo bom desempenho diante de potências do handebol. As duas vitórias do time no Rio foram na estreia sobre a Polônia, terceira colocada no último Mundial, e sobre a Alemanha, atual campeã europeia e líder do ranking mundial. A única derrota foi para a Eslovênia, e o empate com o Egito conquistado no finzinho, no sábado, deixou a equipe com 5 pontos no Grupo B. À frente estão somente os alemães e os eslovenos, com 6 cada. Atrás do Brasil estão a Polônia (4), o Egito (3) e a Suécia (0). Somente os quatro primeiros colocados de cada chave se classificam para as quartas de final.

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