Espanhola dos mil gols, Marta é fã de Neymar e acha sexo normal na Vila
Nascida nas Ilhas Canárias, território espanhol, Marta Mangué acompanhou desde pequena a paixão da ilha pelo futebol. Ainda menina, vibrava a cada gol pela televisão. Nas histórias do pai, ouviu os feitos de Pelé, que se aposentou com 1281 gols. Já na Espanha, para onde se mudou, viu de perto outros tantos feitos por Romário, que encerrou a carreira com a marca do milésimo. Em sua segunda Olimpíada, a "Pantera" também pode se gabar. Não escolheu jogar com os pés, mas com as mãos destroça as defesas quando veste a camisa espanhola e em julho deste ano alcançou a expressiva marca dos mil gols. Adversária do Brasil na primeira fase do handebol feminino, Marta quer seguir com seu instinto "matadora". A seleção brasileira que se prepare.
- Acho que o futebol é muito mais difícil de se fazer mil gols, e admiro os caras que conseguiram isso. No handebol é difícil, mas você pode fazer seis, sete gols em um jogo. É complicado também, mas muito mais possível. Mesmo assim, apenas quatro jogadoras atingiram essa marca e ser uma delas me deixa muito empolgada. Chegar em uma Olimpíada com essa marca é grandioso, é uma marca pessoal e muito importante para mim - explica Marta, que chegou ao milésimo apenas com a camisa da Espanha, sem contar os gols já anotados pelos clubes.
Aos 33 anos, a armadora tem personalidade forte. Na Espanha, é conhecida também como "a galáctica do handebol espanhol". Torcedora do Barcelona, Mangué é fã do brasileiro Neymar, a quem espera conhecer durante a Olimpíada, e sem receio diz que o sexo, tratado com certo melindre pelos atletas durante os Jogos, é algo corriqueiro na Vila Olímpica.
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