Brasil pega Rússia na semi, e Serginho recomenda: "Enfiar o pau no saque"
Por mais que tente, Serginho não consegue até hoje entender a reviravolta naquele jogo contra a Rússia na final olímpica de Londres 2012. O Brasil estava com a medalha de ouro nas mãos e viu Muserskiy dar início a uma improvável reação. Quatro anos depois, as equipes vão se reencontrar. Não numa decisão, mas por um lugar nela. O líbero vai estar em quadra novamente. O gigante de 2,18m, não. Foi cortado às vésperas do embarque para o Rio, com uma lesão. Para o confronto desta sexta-feira, às 22h15, no Maracanãzinho, ele tem a receita.
- O que eu lembro é que perdi dos caras (risos). Não jogamos bem e perdemos. Agora é uma outra situação. É pressão o tempo inteiro, mas a gente está calejado a jogar numa situação dessas contra uma equipe difícil. A Rússia tem tradição gigantesca, é um adversário alto, não vai dar para ir por cima deles no ataque. Não adianta querer medir forças com os caras porque vamos perder. Eles são mais fortes do que a gente. Parece que os 2,00m deles são bem mais altos do que os nossos (risos). O que nós vamos ter que fazer é jogar vôlei. Não adianta querer brigar com os caras porque a gente vai apanhar, não tem jeito, eles são grandes. Vai ser um jogo de paciência - afirmou Serginho.
Saber sacar com inteligência também será fundamental de acordo com o campeão olímpico.
- É enfiar o pau no saque. Se for no jeito, vamos no flutuado. Porque eles são grandes e é mais difícil ir para o chão, entendeu? (risos). Vamos tentar jogar os caras no chão. Temos que saber jogar. Fazer o ponto.
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- O que eu lembro é que perdi dos caras (risos). Não jogamos bem e perdemos. Agora é uma outra situação. É pressão o tempo inteiro, mas a gente está calejado a jogar numa situação dessas contra uma equipe difícil. A Rússia tem tradição gigantesca, é um adversário alto, não vai dar para ir por cima deles no ataque. Não adianta querer medir forças com os caras porque vamos perder. Eles são mais fortes do que a gente. Parece que os 2,00m deles são bem mais altos do que os nossos (risos). O que nós vamos ter que fazer é jogar vôlei. Não adianta querer brigar com os caras porque a gente vai apanhar, não tem jeito, eles são grandes. Vai ser um jogo de paciência - afirmou Serginho.
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- É enfiar o pau no saque. Se for no jeito, vamos no flutuado. Porque eles são grandes e é mais difícil ir para o chão, entendeu? (risos). Vamos tentar jogar os caras no chão. Temos que saber jogar. Fazer o ponto.
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