Baia de Guanabara gerou queixas de velejadores, mas não comprometeu


Um dos maiores temores dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro era que o lixo na Baía de Guanabara atrapalhasse a conquista de uma medalha na vela. Depois de 11 dias de regatas, o torneio chega ao fim com poucos registros de reclamação. O maior problema relatado aconteceu com a dupla brasileira da classe Nacra 17, Samuel Albrecht e Isabel Swan,na regata da medalha quando tiveram que parar o barco para retirar lixo preso.

Campeã olímpica da 49erFX ao lado de Martine Grael, Kahena Kunze disse que a dupla não teve problema com a poluição, mas que alguns amigos seus tiveram problemas. A belga Evi van Acker, da Laser Radial, se sentiu mal e suspeitou de uma recaída de uma infecção que ela teria pego no mês passado nos treinos das águas cariocas. Mas nem ela, nem os médicos de sua equipe souberam dizer com certeza qual foi a origem do problema. Apesar de vários campeões comemorarem seus títulos pulando na água da praia do Flamengo, o medalhista de ouro da classe RS:X, a prancha a vela, o holandês Dorian van Rijsselberghe, se recusou a entrar na água. Ele foi um dos velejadores que mais reclamou da situação da Baía de Guanabara.

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