Colega no PSG, Érika brinca sobre ego de Ibra: "É ele e acabou, Deus de tudo"
Sabe aquela fama do Ibrahimovic se achar o biscoito mais recheado do pacote? Pois então. Erika, zagueira da Seleção e colega de Paris Saint-Germain do sueco desde a metade de 2015, conseguiu comprovar de perto como é a personalidade do atacante, que irá anunciar seu futuro na terça-feira. Ela conta que o contato dela, Cristiane e Rosana com os brasileiros Thiago Silva, David Luiz, Lucas e Marquinhos é frequente. Quando às suecas do time feminino...nem ao menos receberam boas vindas do compatriota. A personalidade, conta a defensora, de tão forte acaba sendo motivo de risos por ser tão fora do comum.
- O Ibra é o mais triste da face da Terra. É o mais nervoso, o mais chato, o mais ignorante. Ele é tudo de ruim assim sabe (risos)? Até as suecas brincaram. Quando a gente chegou todos os jogadores brasileiros foram nos receber eu e Cristiane. Na época a Rosana ainda não estava. Os meninos estavam treinando e depois do treino a gente chegou e eles foram recepcionar a gente, conversamos e tal. As meninas viram a foto e falaram: "caramba, que legal. Os meninos foram lá. São amigos de vocês?". Eu respondi: "Não. A gente só conhece um aqui outro ali, mas não são amigos, amigos". Aí perguntei sobre o Ibra e se ele tinha ido recepcionar elas, Sieger e Lisa. "Ele nem sabe que eu existo", respondeu uma delas. Aí começaram as piadinhas. Ele não está nem aí mesmo. É ele e acabou, o Deus de tudo. E isso acaba sendo engraçado. E ele é muito forte e fala o que quer mesmo. Acha que ele é Deus e acabou - disse Érika ao GloboEsporte.com.
Mas a vida por lá não se resume somente aos tresloucados atos de Ibrahimovic. Há amor, pois afinal...est Paris (é Paris em francês)! Aquele sonho que algumas pessoas têm de morar na cidade das luzes aconteceu para Erika. Além de já ter aprendido algumas palavras na língua local - confessa que foram algumas expressões para xingar -, ela ressalta a diferença em relação ao Brasil. Em um ano por lá, só viu assalto uma vez. E o preconceito não é algo anormal por lá.
- A gente brinca, né? Quando se está no Brasil se fala: "Se eu morasse em Paris...porque é chique, etc". Realmente. É um lugar chique onde está frio ou calor e as pessoas estão de sobretudo, com aquelas roupas finíssimas de salto e tudo. É um lugar muito bonito. Na rua, você não vê muita poluição visual. É uma cidade mais limpa, um país limpo. Claro que estamos acostumadas a o que? Acostumada a tiros. Lá não tem isso. O atentado que teve foi algo diferente. Isso de assalto eu vi um em um ano inteiro que estive lá. As meninas até falam que nunca veem. É completamente diferente. As pessoas são livres para o que elas querem. Se você quiser ir no shopping de moletom, pijama e com uma bolsa chique você vai er ninguém vai olhar para você. No Brasil é diferente. Se eu colocar um moletom já vão achar que eu vou roubar alguém. Lá você vive do jeito que você quer. Acho que eu resgatei isso lá e foi uma das melhores coisas. Você não tem preconceito. Todo mundo vive junto. No Brasil não há harmonia. A cultura do brasileiro está para trás e na França eles têm liberdade cultural.
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- O Ibra é o mais triste da face da Terra. É o mais nervoso, o mais chato, o mais ignorante. Ele é tudo de ruim assim sabe (risos)? Até as suecas brincaram. Quando a gente chegou todos os jogadores brasileiros foram nos receber eu e Cristiane. Na época a Rosana ainda não estava. Os meninos estavam treinando e depois do treino a gente chegou e eles foram recepcionar a gente, conversamos e tal. As meninas viram a foto e falaram: "caramba, que legal. Os meninos foram lá. São amigos de vocês?". Eu respondi: "Não. A gente só conhece um aqui outro ali, mas não são amigos, amigos". Aí perguntei sobre o Ibra e se ele tinha ido recepcionar elas, Sieger e Lisa. "Ele nem sabe que eu existo", respondeu uma delas. Aí começaram as piadinhas. Ele não está nem aí mesmo. É ele e acabou, o Deus de tudo. E isso acaba sendo engraçado. E ele é muito forte e fala o que quer mesmo. Acha que ele é Deus e acabou - disse Érika ao GloboEsporte.com.
Mas a vida por lá não se resume somente aos tresloucados atos de Ibrahimovic. Há amor, pois afinal...est Paris (é Paris em francês)! Aquele sonho que algumas pessoas têm de morar na cidade das luzes aconteceu para Erika. Além de já ter aprendido algumas palavras na língua local - confessa que foram algumas expressões para xingar -, ela ressalta a diferença em relação ao Brasil. Em um ano por lá, só viu assalto uma vez. E o preconceito não é algo anormal por lá.
- A gente brinca, né? Quando se está no Brasil se fala: "Se eu morasse em Paris...porque é chique, etc". Realmente. É um lugar chique onde está frio ou calor e as pessoas estão de sobretudo, com aquelas roupas finíssimas de salto e tudo. É um lugar muito bonito. Na rua, você não vê muita poluição visual. É uma cidade mais limpa, um país limpo. Claro que estamos acostumadas a o que? Acostumada a tiros. Lá não tem isso. O atentado que teve foi algo diferente. Isso de assalto eu vi um em um ano inteiro que estive lá. As meninas até falam que nunca veem. É completamente diferente. As pessoas são livres para o que elas querem. Se você quiser ir no shopping de moletom, pijama e com uma bolsa chique você vai er ninguém vai olhar para você. No Brasil é diferente. Se eu colocar um moletom já vão achar que eu vou roubar alguém. Lá você vive do jeito que você quer. Acho que eu resgatei isso lá e foi uma das melhores coisas. Você não tem preconceito. Todo mundo vive junto. No Brasil não há harmonia. A cultura do brasileiro está para trás e na França eles têm liberdade cultural.
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