Ao ataque! Confirmado na Seleção Olímpica, Micale aposta até em 4-2-4

Até a demissão de Dunga, selada nesta terça-feira, a principal discussão sobre a Seleção olímpica era sobre a transição de um time treinado, testado e montado por Rogério Micale para as mãos do agora ex-treinador Dunga. Com a confirmação de Micale nos Jogos Olímpicos, porém, a discussão deixa de existir. E agora quem iniciou o trabalho em setembro de 2015 responderá por ele dentro das quatro linhas.

O currículo de Micale é completamente diferente de seus antecessores. O treinador, que comandará a Seleção nos Jogos Olímpicos, não carrega no nome a grife de um Dunga, tetracampeão mundial e que esteve à frente da equipe em 2008. Tampouco tem uma história vencedora no futebol nacional, como Vanderlei Luxemburgo tinha em 2000, ou Mano Menezes, em 2012. A aposta do técnico vice-campeão mundial sub-20 é no novo. No estudo, na busca por um modelo de jogo diferente, e no trabalho coletivo do time. É capaz de falar por horas e horas sobre futebol sem se entediar, para explicar conceitos e transmitir conhecimento.

Por essa crença, ele vivia um sentimento de gratidão pela oportunidade recebida, misturado com um desconforto em falar sobre um time que, na verdade, não seria dele. Nas entrevistas, sempre dizia que passou a vida preparando jogadores para outros técnicos aproveitarem e que não era algo novo. Mas quando não concordava com alguma escolha (as convocações para a Seleção olímpica sempre foram feitas por Dunga), deixava transparecer certo incômodo em alguns momentos das entrevistas, embora não externasse nada.

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