Ex-assessor de José Dirceu tem pena substituída por serviço comunitário
A pena de Roberto Marques, ex-assessor de José Dirceu, conhecido como Bob, foi substituída por prestação de serviços comunitários e por uma pena pecuniária, que prevê o pagamento de cinco salários mínimos a uma entidade assistencial ou pública.
O serviço comunitário deverá ser prestado 3 anos e 6 meses. A decisão considerou o fato de Marques não ter antecedentes registrados no processo.
Marques foi condenado, na quarta-feira (18), pelo crime de organização criminosa, na mesma ação que condenou o ex-ministro José Dirceu a 23 anos e 3 meses de prisão na Lava Jato. Ambos foram alvos da 17ª fase da operação. Esta foi a única substituição de pena da sentença.
O ex-assessor deve prestar serviços a uma entidade assistencial ou pública durante o período da pena.
Cada hora de serviço comunitário equivale a um dia da condenação.
O juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato, justificou a escolha da pena alternativa por ter “elevado potencial de ressocialização”, pois compensa a sociedade, que é a vítima do crime.
Segundo o juiz, Marques é apontado como funcionário de confiança de Dirceu que teve participação nos crimes ocorridos dentro da Petrobras.
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O serviço comunitário deverá ser prestado 3 anos e 6 meses. A decisão considerou o fato de Marques não ter antecedentes registrados no processo.
Marques foi condenado, na quarta-feira (18), pelo crime de organização criminosa, na mesma ação que condenou o ex-ministro José Dirceu a 23 anos e 3 meses de prisão na Lava Jato. Ambos foram alvos da 17ª fase da operação. Esta foi a única substituição de pena da sentença.
O ex-assessor deve prestar serviços a uma entidade assistencial ou pública durante o período da pena.
Cada hora de serviço comunitário equivale a um dia da condenação.
O juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato, justificou a escolha da pena alternativa por ter “elevado potencial de ressocialização”, pois compensa a sociedade, que é a vítima do crime.
Segundo o juiz, Marques é apontado como funcionário de confiança de Dirceu que teve participação nos crimes ocorridos dentro da Petrobras.