Delcídio pede mais 100 dias de licença para 'interesses particulares'
O senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) pediu nesta quarta-feira (4) mais 100 dias de licença das atividades parlamentares para "tratar de interesses particulares", que começam a ser contados a partir de sexta (6). O pedido ocorre um dia depois de o Conselho de Ética da Casa ter aprovado relatório que recomenda a cassação do senador.
Também nesta quarta a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pode aprovar o relatório que pede a cassação do mandato de Delcídio. A votação no colegiado é o último passo antes de o processo ir a plenário.
Delcídio foi preso pela Polícia Federal em novembro do ano passado por suspeita de tentar obstruir as investigações da operação Lava Jato. Em uma gravação, o senador oferece R$ 50 mil mensais à família de Nestor Cerveró para tentar convencer o ex-diretor da área internacional da Petrobras a não fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).
O senador ficou 87 dias na cadeia, em Brasília, mas foi solto em fevereiro após fechar acordo de delação premiada. Desde que saiu da prisão, Delcídio não voltou à atividade parlamentar. Ele emendou sucessivos pedidos de licença. O primeiro foi em 23 de fevereiro. Em um desses pedidos, de licença médica, o senador se submeteu a uma cirurgia.
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Também nesta quarta a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pode aprovar o relatório que pede a cassação do mandato de Delcídio. A votação no colegiado é o último passo antes de o processo ir a plenário.
Delcídio foi preso pela Polícia Federal em novembro do ano passado por suspeita de tentar obstruir as investigações da operação Lava Jato. Em uma gravação, o senador oferece R$ 50 mil mensais à família de Nestor Cerveró para tentar convencer o ex-diretor da área internacional da Petrobras a não fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).
O senador ficou 87 dias na cadeia, em Brasília, mas foi solto em fevereiro após fechar acordo de delação premiada. Desde que saiu da prisão, Delcídio não voltou à atividade parlamentar. Ele emendou sucessivos pedidos de licença. O primeiro foi em 23 de fevereiro. Em um desses pedidos, de licença médica, o senador se submeteu a uma cirurgia.
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