Cereto não crê em trauma, mas vê Timão longe do título da Libertadores

Desde que foi inaugurada, em 18 de maio de 2014, com derrota do Corinthians para o Figueirense, pelo Campeonato Brasileiro, a Arena Itaquera possui excelente média de ocupação e bom aproveitamento da equipe alvinegra. No entanto, algumas eliminações, como a recente queda para o Audax-SP, pelo Campeonato Paulista, podem ter deixado o torcedor receoso para a partida decisiva desta quarta-feira, contra o Nacional (Uruguai), pelas oitavas de final da Libertadores.

Para o jornalista Carlos Cereto, entretanto, analisando o histórico de "decisões" que o Corinthians desde 2015, o grande motivo de preocupação para a Fiel seria caso a partida contra o time uruguaio fosse para os pênaltis. Para isso acontecer, o jogo teria que permanecer 0 a 0, repetindo o placar do estádio Parque Central, em Montevidéu.

- O Corinthians tem que ter trauma de decisão por pênaltis, na verdade. Foi eliminado nos pênaltis contra o Audax-SP esse ano e Palmeiras, no Paulistão de 2015. Ano passado, pela Copa do Brasil, também foi eliminado pelo Santos. Mas o Corinthians não estava dando muita bola para o torneio, e o Santos estava jogando o fino da bola. Aquela eliminação não chega a ser um trauma. A eliminação para o Guarany, do Paraguai, na Libertadores, foi um certo trauma, mas o jogo desastroso foi no Paraguai. O aproveitamento do Corinthians, na Arena, é impressionante, dificilmente perde. Então, não tem que ter trauma de ser eliminado na Arena. O medo deve vir se o jogo for para os pênaltis - comentou o jornalista.

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