Inadimplência e juros bancários são os maiores em 5 anos, diz BC
A taxa média de juros cobrada pelos bancos e a inadimplência avançaram em março e atingiram o maior patamar da série histórica do Banco Central, que começa em março de 2011.
Números divulgados pelo BC nesta quinta-feira (28) apontam que os juros bancários médios, sem contar crédito rural, imobiliário e do BNDES, cresceram 0,3 ponto percentual em março, para 50,9% ao ano. Já a inadimplência destas operações, para pessoas físicas e para empresas, atingiu o patamar de 5,6% em março.
Em ambos os casos, são as maiores taxas em 5 anos.
O aumento da inadimplência das empresas e das famílias acontece em um momento de forte recessão na economia brasileira. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 3,8% e, para este ano, a previsão de economistas é de um tombo maior ainda (3.88%).
Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego superou 10% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano.
O BC informou que a taxa de inadimplência das pessoas físicas, nos empréstimos bancários com recursos livres (sem contar crédito rural e habitacional), que mede atrasos nos pagamentos acima de 90 dias, somou 6,2% em março – o maior patamar desde junho de 2013, quando somou 6,3%.
Já a taxa de inadimplência de empresas subiu de 4,8% em fevereiro para 4,9% em março, o maior nível desde o início da série - em março de 2011.
Os números do Banco Central mostram que os juros cobrados de pessoas físicas subiram 1,3 ponto percentual em março, para 69,2% ao ano (também o maior da série), enquanto que os juros cobrados das empresas recuaram de 31,9% em fevereiro para 30,9% ao ano em março.
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Números divulgados pelo BC nesta quinta-feira (28) apontam que os juros bancários médios, sem contar crédito rural, imobiliário e do BNDES, cresceram 0,3 ponto percentual em março, para 50,9% ao ano. Já a inadimplência destas operações, para pessoas físicas e para empresas, atingiu o patamar de 5,6% em março.
Em ambos os casos, são as maiores taxas em 5 anos.
O aumento da inadimplência das empresas e das famílias acontece em um momento de forte recessão na economia brasileira. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 3,8% e, para este ano, a previsão de economistas é de um tombo maior ainda (3.88%).
Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego superou 10% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano.
O BC informou que a taxa de inadimplência das pessoas físicas, nos empréstimos bancários com recursos livres (sem contar crédito rural e habitacional), que mede atrasos nos pagamentos acima de 90 dias, somou 6,2% em março – o maior patamar desde junho de 2013, quando somou 6,3%.
Já a taxa de inadimplência de empresas subiu de 4,8% em fevereiro para 4,9% em março, o maior nível desde o início da série - em março de 2011.
Os números do Banco Central mostram que os juros cobrados de pessoas físicas subiram 1,3 ponto percentual em março, para 69,2% ao ano (também o maior da série), enquanto que os juros cobrados das empresas recuaram de 31,9% em fevereiro para 30,9% ao ano em março.
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