Imprensa alemã faz duras críticas a Guardiola por deixar Müller no banco
Para tentar superar a melhor defesa da Europa dentro do Vicente Calderón, Guardiola apostou na surpresa de uma escalação "alternativa" no Bayern de Munique: deixou no banco os astros Müller e Ribéry, colocando Coman e Thiago Alcântara no meio de campo. Ainda assim, o melhor ataque da Champions não balançou as redes e saiu derrotado por 1 a 0 da Espanha, o que gerou duras críticas da imprensa alemã ao técnico - principalmente por suas escolhas iniciais.
Os jornais locais não pouparam o comandante do Bayern por ter, principalmente, colocado Müller na reserva. O "Bild", por exemplo, cita que uma possível eliminação nas semifinais - que seria a terceira em três anos com Pep - terá relação direta com a ausência do atacante no primeiro tempo do duelo da última quarta. A publicação cita a frase do ex-treinador Ottmar Hitzfeld, que comentava o jogo para um canal e disse que "Müller é para o Bayern o que Messi é para o Barcelona".
O jornal ainda aponta a ausência do jogador como fator em comum nas duas eliminações anteriores, para Real Madrid e Barcelona, em 2014 e 2015, respectivamente. No segundo jogo contra os merengues, Guardiola só colocou Müller em campo aos 29 do segundo tempo; e na volta contra os catalães, no ano seguinte, tirou o atacante de campo quando perdia por 1 a 0.
- Eu queria um canhoto na ponta esquerda e um destro na ponta direita, além de um meia a mais - disse Guardiola, ao explicar a opção por deixar Müller no banco.
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Os jornais locais não pouparam o comandante do Bayern por ter, principalmente, colocado Müller na reserva. O "Bild", por exemplo, cita que uma possível eliminação nas semifinais - que seria a terceira em três anos com Pep - terá relação direta com a ausência do atacante no primeiro tempo do duelo da última quarta. A publicação cita a frase do ex-treinador Ottmar Hitzfeld, que comentava o jogo para um canal e disse que "Müller é para o Bayern o que Messi é para o Barcelona".
O jornal ainda aponta a ausência do jogador como fator em comum nas duas eliminações anteriores, para Real Madrid e Barcelona, em 2014 e 2015, respectivamente. No segundo jogo contra os merengues, Guardiola só colocou Müller em campo aos 29 do segundo tempo; e na volta contra os catalães, no ano seguinte, tirou o atacante de campo quando perdia por 1 a 0.
- Eu queria um canhoto na ponta esquerda e um destro na ponta direita, além de um meia a mais - disse Guardiola, ao explicar a opção por deixar Müller no banco.
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