Dívida da Viton beira os R$ 9 milhões, e Flu mantém esperança por Caixa
Mesmo com os sete meses de atrasos da Viton 44, o Fluminense sempre confiou na regularização dos pagamentos do patrocinador. E apesar da negativa da Caixa Econômica Federal em investir no clube em 2016, a cúpula tricolor ainda não jogou a tolha na busca de acerto com o banco. As duas situações, aparentemente contraditórias, na verdade, revelam a movimentação dos dirigentes no mercado em busca de receita de patrocínio. O débito da empresa de bebidas beira os R$ 9 milhões, um desfalque importante no cofre das Laranjeiras.
Flu e Viton 44 assinaram por duas temporadas pouco depois da saída da Unimed, no final de 2014: R$ 12 milhões na primeira, R$ 24 milhões na segunda. Em maio de 2015, porém, ficou acordado que a patrocinadora estamparia também as mangas das camisas, quase como uma barganha para continuar em 2016 - mediante um adiantamento de R$ 3 milhões. A partir do meio do ano passado, com a intensificação da crise econômica no Brasil, os atrasos começaram. A primeira solução encontrada pela marca de bebidas foi pagar valores aleatórios. Menores do que o estabelecido em contrato.
Porém, não há regularidade nesta prática. Ao final de fevereiro, a dívida chegará a R$ 9 milhões.
Já as tratativas com a Caixa começaram em dezembro passado. Reuniões aconteceram em Brasília, mas na virada do ano o banco anunciou uma lista de patrocínios, sem o Tricolor. Houve reaproximação, após uma dificuldade dada ao vazamento das negociações, com a confirmação da adesão do Flu ao Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut) e da obtenção das Certidões Negativas de Débito (CND).
- O mercado brasileiro hoje é difícil. A retração da economia deixa o mercado arisco. Estamos como uma dificuldade com o atual patrocinador relativamente grande. Isso torna a nossa vida mais difícil. Por ora, não há nada concreto a ser anunciado. Estamos no mercado buscando soluções - confirmou o presidente Peter Siemsen.
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Flu e Viton 44 assinaram por duas temporadas pouco depois da saída da Unimed, no final de 2014: R$ 12 milhões na primeira, R$ 24 milhões na segunda. Em maio de 2015, porém, ficou acordado que a patrocinadora estamparia também as mangas das camisas, quase como uma barganha para continuar em 2016 - mediante um adiantamento de R$ 3 milhões. A partir do meio do ano passado, com a intensificação da crise econômica no Brasil, os atrasos começaram. A primeira solução encontrada pela marca de bebidas foi pagar valores aleatórios. Menores do que o estabelecido em contrato.
Porém, não há regularidade nesta prática. Ao final de fevereiro, a dívida chegará a R$ 9 milhões.
Já as tratativas com a Caixa começaram em dezembro passado. Reuniões aconteceram em Brasília, mas na virada do ano o banco anunciou uma lista de patrocínios, sem o Tricolor. Houve reaproximação, após uma dificuldade dada ao vazamento das negociações, com a confirmação da adesão do Flu ao Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut) e da obtenção das Certidões Negativas de Débito (CND).
- O mercado brasileiro hoje é difícil. A retração da economia deixa o mercado arisco. Estamos como uma dificuldade com o atual patrocinador relativamente grande. Isso torna a nossa vida mais difícil. Por ora, não há nada concreto a ser anunciado. Estamos no mercado buscando soluções - confirmou o presidente Peter Siemsen.
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