Briatore diz que F1 é "Playstation para engenheiros" e afirma não sentir falta

Logo após ao escândalo envolvendo Nelson Piquet Jr. e a equipe Renault, em 2008, o chefe da escuderia na época, Flavio Briatore, foi banido da Fórmula 1 no ano seguinte por tempo indeterminado. Contudo, recentemente, a punição foi aliviada e, com o retorno da Renault como equipe própria, surgiram também especulações sobre o regresso do ex-gestor à F1.  Mas ao ser questionado sobre sentir falta de trabalhar na categoria ou até uma possível volta, Briatore foi enfático na resposta.
- Eu não sinto saudades disso. Eu sinto saudades da antiga Fórmula 1. A FIA não estava feliz (em 2009), pois tínhamos muito poder naquela época. Mas, talvez, com todo aquele poder, eu posso garantir que a F1 teria ficado do jeito que era antes. Agora a Fórmula 1 é como Playstation para os engenheiros. As pessoas esquecem os fãs, o show. Creio que em breve irá mudar, porque do jeito que está não vai a lugar algum – afirmou à publicação "Arabian Business".
Briatore foi responsável pela projeção de dois grandes nomes da Fórmula 1. O italiano levou Michael Schumacher da Jordan para a Benetton após a primeira corrida do alemão. Depois de conhecer Fernando Alonso em 1999, o italiano “segurou” uma vaga para o pupilo na Minardi, em 2011. 
Fernando Alonso e Flavio Briatore em 2006, ano do bicampeonato do espanhol (Foto: Getty Images)Fernando Alonso e Flavio Briatore em 2006, ano do bicampeonato do espanhol (Foto: Getty Images



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