Bola parada centraliza gols sofridos do Grêmio e vira alvo de ajustes de Roger

A repetição de um ato se torna um hábito. E isso é tudo o que o Grêmio quer evitar nesse início de temporada. Por isso, o dedo do técnico Roger certamente deve agir sobre os problemas da bola aérea defensiva, que foi responsável por três dos quatro gols sofridos no ano até o momento. De maneiras diferentes, os cruzamentos pelo lado do campo têm sido o drama gremista nos primeiros jogos de 2016.
Foram dois jogos oficiais na temporada e um amistoso. Nas três partidas, o Tricolor vazou em jogadas aéreas. Dos quatro gols, três são oriundos de jogadas de bola parada: o gol sofrido para o Danubio, um no empate em 2 a 2 com o Avaí e outro contra o Brasil de Pelotas, na vitória por 3 a 1 de domingo, pela estreia no Gauchão.
Roger comanda treino do Grêmio (Foto: Lucas Uebel / Grêmio, DVG)Roger admite ajuste para bola aérea (Foto: Lucas Uebel / Grêmio, DVG)

Contra os uruguaios, o gol veio de uma cobrança de falta lateral, pelo lado esquerdo de defesa. O zagueiro Kadu não conseguiu o corte e acabou desviando para o próprio gol, na pequena área. Diante do Avaí, na estreia na Primeira Liga, o gol que colocou o 2 a 2 no placar foi construído em escanteio curto cobrado do lado direito de defesa. O cruzamento foi desviado por Gabriel na primeira trave.  
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