Promotor pede abertura de inquérito para apurar crimes das organizadas paulistas
O promotor Paulo Castilho, do Ministério Público do Estado de São Paulo, requisitou nesta quinta-feira a abertura de inquérito para apurar crimes de cambismo, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha em todas as torcidas organizadas paulistas. O anúncio foi feito em uma reunião realizada na sede da Federação Paulista de Futebol, com participação de representantes dos departamentos jurídicos de Corinthians e Palmeiras, além do presidente da entidade, Reinaldo Carneiro Bastos.
A ideia do encontro foi elaborar um documento de propostas para nortear a relação dos clubes com as organizadas e um programa de combate a possíveis crimes praticados por seus membros. Na semana que vem, os presidentes de Corinthians, Palmeiras, Ponte Preta, Santos e São Paulo serão convocados para analisar e assinar esse material.
A delegada que deve comandar o inquérito é Margarete Barreto, da Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), da Polícia Civil. Foi ela quem investigou o caso da invasão de torcedores ao CT do Corinthians em 1º de fevereiro de 2014.
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A ideia do encontro foi elaborar um documento de propostas para nortear a relação dos clubes com as organizadas e um programa de combate a possíveis crimes praticados por seus membros. Na semana que vem, os presidentes de Corinthians, Palmeiras, Ponte Preta, Santos e São Paulo serão convocados para analisar e assinar esse material.
A delegada que deve comandar o inquérito é Margarete Barreto, da Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), da Polícia Civil. Foi ela quem investigou o caso da invasão de torcedores ao CT do Corinthians em 1º de fevereiro de 2014.
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