Crise, reformulação e hexa: o primeiro ano do presidente do Corinthians
Sucessor da "celebridade" Andrés Sanchez e do "explosivo" Mário Gobbi, Roberto de Andrade tem orgulho em dizer que é discreto. Em comparação aos seus antecessores, ele tem razão. Mesmo assim, não escapou das manchetes em seu primeiro ano de mandato no Corinthians. Seja pelo título brasileiro, pelo atraso de direitos de imagem ou por abrir mão da permanência de Paolo Guerrero, ídolo na conquista do Mundial de Clubes de 2012.
– Não se trata nem de gostar ou não gostar de assédio. É óbvio que a gente gosta, mas até pela minha discrição, de não aparecer muito, consigo ir a muitos lugares e passar despercebido. Mas na maioria dos lugares as pessoas me reconhecem – disse o mandatário alvinegro, responsável por iniciar em 2015 uma política de corte de gastos no clube.
Em entrevista de 40 minutos no CT do Corinthians, Roberto de Andrade, fã de Rivellino, falou dos desafios na presidência, projetou um 2016 um pouco melhor que 2015 (mas ainda difícil) em termos financeiros e disse que pretende concluir as obras do CT da base, em campo anexo ao do profissional, até o fim do seu mandato.
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– Não se trata nem de gostar ou não gostar de assédio. É óbvio que a gente gosta, mas até pela minha discrição, de não aparecer muito, consigo ir a muitos lugares e passar despercebido. Mas na maioria dos lugares as pessoas me reconhecem – disse o mandatário alvinegro, responsável por iniciar em 2015 uma política de corte de gastos no clube.
Em entrevista de 40 minutos no CT do Corinthians, Roberto de Andrade, fã de Rivellino, falou dos desafios na presidência, projetou um 2016 um pouco melhor que 2015 (mas ainda difícil) em termos financeiros e disse que pretende concluir as obras do CT da base, em campo anexo ao do profissional, até o fim do seu mandato.
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