Ataíde lamenta não ter tirado Aidar antes da presidência: "Desonesto"
A desconfiança já ocorria há meses. O vice-presidente de futebol do São Paulo, Ataíde Gil Guerreiro, suspeitava que o ex-presidente Carlos Miguel Aidar estava lesando o clube. No entanto, para poder fazer a acusação, era preciso ter alguma prova. Daí surgiu a ideia da gravação que, dias após ser revelada ao Conselho Deliberativo do clube, provocou a renúncia de Aidar. Hoje, Ataíde se diz arrependido de apenas uma coisa: não ter tomado a decisão de vigiar o ex-colega de diretoria antes.
– A todo instante neste ano achei que havia alguma coisa errada nas negociações feitas pelo presidente. O problema era que eu não conseguia nada que o incriminasse, não tinha provas. Até porque quando existe uma negociação e um dos lados está se beneficiando, é porque o outro também está comprometido com esse beneficiamento. Foi daí que surgiu a ideia da gravação. Eu me arrependo de não ter feito isso antes – afirmou o vice de futebol tricolor, em entrevista ao GloboEsporte.com.
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– A todo instante neste ano achei que havia alguma coisa errada nas negociações feitas pelo presidente. O problema era que eu não conseguia nada que o incriminasse, não tinha provas. Até porque quando existe uma negociação e um dos lados está se beneficiando, é porque o outro também está comprometido com esse beneficiamento. Foi daí que surgiu a ideia da gravação. Eu me arrependo de não ter feito isso antes – afirmou o vice de futebol tricolor, em entrevista ao GloboEsporte.com.
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