PMDB faz críticas à política econômica do governo da presidente Dilma
O PMDB fez críticas à política econômica do governo Dilma. O PMDB é o partido do vice-presidente da República, aliado do governo. O PMDB diz que não é uma ruptura com o governo, mas não é isso que pareceu.
As propostas vão na contramão da política econômica adotada pelo governo da presidente Dilma. Governo, onde o PMDB é aliado. Só que o programa apresentado pelo partido parece mais de oposição. Fala em retomada das privatizações para enxugar a máquina do estado e fim da correção de benefícios sociais pelo aumento do salário mínimo.
O documento afirma que o Brasil se encontra em uma situação de grave risco, em uma profunda recessão que deve continuar em 2016. Que o Governo Federal cometeu excessos, criando novos programas, ampliando os antigos, ou mesmo admitindo novos servidores ou assumindo investimentos acima da capacidade fiscal do Estado.
O documento diz que é preciso mudar leis. Caso o contrário, a crise fiscal voltará sempre, e cada vez mais intratável, até chegarmos a uma espécie de colapso. O documento sustenta que qualquer ajuste de longo prazo deveria evitar aumento de impostos.
O PMDB defende que o Orçamento aprovado pelo Congresso seja cumprido. O fim das despesas constitucionais obrigatórias com saúde e educação. Todo ano seriam estabelecidos no Orçamento os valores para cada área.
O fim de todas as indexações, inclusive para salários e Previdência. A cada ano, Congresso e Executivo definiriam os reajustes. Uma idade mínima de aposentadoria do INSS: de pelo menos 65 anos para homens e 60 para as mulheres. O fim da indexação de benefícios ao salário mínimo.
Acordos comerciais com Estados Unidos, Europa e Ásia com ou sem a participação do Mercosul. Voltar ao regime de concessões na área de petróleo, em vez do de partilha, privatização do que for necessário para reduzir o tamanho do Estado. Simplificar e reduzir o número de impostos, unificando a legislação do ICMS.
Nas negociações entre patrões e empregados, os acordos coletivos prevaleceriam sobre as normas legais, resguardados os direitos básicos.
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As propostas vão na contramão da política econômica adotada pelo governo da presidente Dilma. Governo, onde o PMDB é aliado. Só que o programa apresentado pelo partido parece mais de oposição. Fala em retomada das privatizações para enxugar a máquina do estado e fim da correção de benefícios sociais pelo aumento do salário mínimo.
O documento afirma que o Brasil se encontra em uma situação de grave risco, em uma profunda recessão que deve continuar em 2016. Que o Governo Federal cometeu excessos, criando novos programas, ampliando os antigos, ou mesmo admitindo novos servidores ou assumindo investimentos acima da capacidade fiscal do Estado.
O documento diz que é preciso mudar leis. Caso o contrário, a crise fiscal voltará sempre, e cada vez mais intratável, até chegarmos a uma espécie de colapso. O documento sustenta que qualquer ajuste de longo prazo deveria evitar aumento de impostos.
O PMDB defende que o Orçamento aprovado pelo Congresso seja cumprido. O fim das despesas constitucionais obrigatórias com saúde e educação. Todo ano seriam estabelecidos no Orçamento os valores para cada área.
O fim de todas as indexações, inclusive para salários e Previdência. A cada ano, Congresso e Executivo definiriam os reajustes. Uma idade mínima de aposentadoria do INSS: de pelo menos 65 anos para homens e 60 para as mulheres. O fim da indexação de benefícios ao salário mínimo.
Acordos comerciais com Estados Unidos, Europa e Ásia com ou sem a participação do Mercosul. Voltar ao regime de concessões na área de petróleo, em vez do de partilha, privatização do que for necessário para reduzir o tamanho do Estado. Simplificar e reduzir o número de impostos, unificando a legislação do ICMS.
Nas negociações entre patrões e empregados, os acordos coletivos prevaleceriam sobre as normas legais, resguardados os direitos básicos.
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