Alvo de investigação, Warner volta a negar suborno e critica Estados Unidos

Jack Warner voltou a se defender. O ex-vice presidente da Fifa disse novamente que não recebeu qualquer suborno ou roubou a tesouraria de seu país, Trinidad e Tobago. Em um encontro com partidários de seu grupo político, o Partido Liberal Independente, ele reiterou que esteve na entidade máxima do futebol por 30 anos e conhece todos os seregos.

- A África do Sul não me deu US$ 10 milhões de suborno, Blatter não me deu qualquer suborno - disse, de acordo com a edição digital do ''Daily Express'', de Trinidad e Tobago.

Os comentários foram feitos poucas horas depois de sua foto aparecer na lista de procurados da Interpol. A investigação que o incrimina está sendo feita pelos Estados Unidos.

A ''defesa'' de Warner também ocorre depois que o depoimento de Chuck Blazer, ex-executivo da Fifa, foi tornado público. O documento diz que tanto ele quanto outros membros do comitê da entidade foram subornados em troca de votos para a a candidatura da África do Sul como sede da Copa de 2010.

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