Aguirre exalta doação do time e evita citar erros: "Fico com a grande vitória"
Diego Aguirre irrompeu na sala de conferências extenuado como se tivesse corrido uma maratona. Em termos de sofrimento, dá para dizer que foi quase isso. Do banco de reservas, viu o Inter errar muito na defesas, levar dois gols do Emelec, mas também celebrou a virada emocionante aos 36 minutos do segundo tempo, na noite desta quarta-feira no Beira-Rio, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. Aliás, o treinador valorizou tanto o empenho em detrimento das falhas que prefere ficar só com a primeira parte da história.
Nem o próprio treinador esconde o quão estava pressionado o seu time pela vitória. Uma derrota em casa faria o Emelec disparar com nove pontos na liderança do Grupo 4. E o Inter terminaria o primeiro turno com apenas três pontos em três duelos, com o The Strongest podendo ultrapassá-lo em jogo com a La U, na quinta. Por isso, pediu para falar apenas dos efeitos do triunfo por 3 a 2, deixando as críticas e análises mais sisudas para depois.
- Não acho que tem que se preocupar tanto com as falhas. São coisas que podem acontecer num jogo. Prefiro ficar com a grande vitória. Se não ganhássemos, ia ficar complicada a classificação. Às vezes, as finais têm que ser ganhas de qualquer jeito. Essas vitórias me agradam muito. Quando tem que ganhar, tem que ganhar - afirmou, no melhor estilo da garra uruguaia.
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