Hostels são opção mais barata de hospedagem para o fim de ano
Para os viajantes que preferem um ambiente menos formal neste fim de ano e não se importam em dormir em quartos coletivos, sejam eles mistos ou não, os hostels costumam ser uma opção mais simples do que hotéis e pousadas. Os preços são econômicos e até três vezes mais baratos que as tradicionais acomodações. A cidade de Santos, no litoral de São Paulo, possui dois desses albergues que são comuns fora do país. Quem já se hospedou nesse tipo de ambiente garante que os espaços comunitários são favoráveis para fazer novas amizades e aproveitar melhor a viagem.
O músico Roberto Magno Bazon, que é de São Bernardo do Campo, está de passagem pelo litoral para a produção de um CD com amigos de uma banda. A princípio, ele ficaria em Santos por cinco dias, mas pela hospitalidade e baixo custo de moradia que encontrou, Bazon decidiu estender sua permanência. “Eu viajo bastante e o hostel é um lugar que tem um clima todo diferente. Você nunca está sozinho. Uma pessoa ajuda a fazer comida para galera, por exemplo. A hospitalidade é mais próxima e impessoal. É um refúgio legal”, garante.
A produtora de eventos Duda Santinati está morando em um desses albergues e aproveitando contatos profissionais com o músico Bazon, por exemplo. Ela já está há 30 dias no recém inaugurado Hostel Zé Caramujo, que fica no bairro do Embaré, e só deve voltar para São Paulo depois do Carnaval. “Como eu trabalho com eventos e vivia na correria em São Paulo, decidi vir para o litoral porque é mais fácil ficar por aqui na semana e subir apenas aos fins de semana. O clima de harmonia é muito bacana, lembra um pouco o de casa”, explica.
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