2 erros de gestão que Dilma não pode cometer no 2º mandato
A eleição presidencial mais apertada desde a redemocratização foi mais um sintoma do quanto o primeiro mandato de Dilma Rousseff foi desafiante.
Da condenação de petistas no mensalão, passando pelos protestos de junho de 2013 que tomaram as ruas do país até a pressão por causa do escândalo de corrupção na Petrobras – a presidente passou uma parte considerável de seu mandato gerenciando crises internas e externas.
Os avanços nos últimos anos são inegáveis. Mas, para especialistas consultados por EXAME.com, a petista acumulou uma série de deslizes que podem persegui-la pelos próximos anos.
A começar pelo seu perfil de gestão. Adepta de uma linha de comando mais centralizadora, Dilma falhou ao gerenciar os interesses de sua heterogênea base aliada, por exemplo. Conclusão: nos dias seguintes ao segundo turno, ela enfrentou uma derrota no Congresso.
Mas é na economia que estão as principais críticas dos especialistas consultados por EXAME.com. A recente manobra para permitir ao governo cumprir a meta de superávit primário estabelecida no final de 2013 é só um exemplo das estratégias governamentais que acabaram minando a confiança do investidor.
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