Tigre libertado por Putin é acusado de massacrar curral de cabras na China
Ustin, um dos dois tigres libertados pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, que atravessou a fronteira e 'emigrou' para a China, é suspeito de cometer um ataque em um curral de cabras que matou dois animais e deixou três desaparecidos, informou nesta quarta-feira a agência chinesa 'Xinhua'.
Em junho, Putin libertou três tigres siberianos em uma floresta russa, na região de Amur, como parte de um programa de preservação da espécie.
A fazenda com o curral se localiza em uma ilha do rio Amur, na fronteira entre a Rússia e a China. As pegadas e os restos deixados no local após o massacre, ocorrido no domingo passado, indicam que foi Ustin o autor da ação, segundo especialistas citados pela agência
A imprensa chinesa segue há semanas com grande atenção as peripécias de Ustin e Kuzya, os dois 'tigres de Putin' que circulam por território chinês aproveitando o congelamento do rio localizado na fronteira nos meses mais frios.
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