Com ataques a Emelec e Conmebol, Muricy teme "guerra" em Guayaquil
O técnico Muricy Ramalho não poupou críticas à Conmebol e ao Emelec depois de o São Paulo ser impedido pelo clube equatoriano de usar chuteiras e bola no treino de reconhecimento, nesta terça-feira, no estádio George Capwell, em Guayaquil. O treinador descartou abandonar a Copa Sul-Americana, mas se mostrou preocupado com a possibilidade de mais problemas acontecerem na partida válida pelas quartas de final e marcada para as 22h desta quarta-feira.
– Temos de dar um basta nisso. Esse negócio sempre acontece na Conmebol. Pelo Santos, jogamos contra o Cerro (Porteño) e foi uma loucura, com bomba e pedra. Isso tem de acabar, bater escanteio com policial com escudo. Isso é velho. Usar a tática de não treinar com chuteira, tudo bem. Aceitamos. Depois não pode com bola. Pô, que esporte estamos jogando? Vai ver atrás do gol as redes de mentira todas furadas... – esbravejou.
– Eles tratam o futebol como guerra. E não é. Isso não existe mais. Viemos aqui para jogar futebol – emendou.
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