Homens encapuzados atacam manifestantes em Hong Kong
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Homens encapuzados atacaram nesta segunda-feira os manifestantes pró-democracia em Hong Kong, em uma tentativa de acabar com as barricadas criadas pelo movimento no epicentro dos protestos que exigem de Pequim o sufrágio universal pleno no território.
Os confrontos aconteceram em uma ampla avenida ocupada em Admiralty, o bairro dos ministérios, quando homens com máscaras de cirurgião tentaram destruir as barricadas.
Os policiais conseguiram prender dois manifestantes e formaram um cordão para impedir os ataques.
Os manifestantes acusaram a máfia chinesa, que já havia sido apontada como a responsável por incidentes violentos em áreas ocupadas pelos ativistas.
A televisão exibiu imagens de um homem obrigado pela polícia a entregar uma navalha.
Durante o incidente, vários taxistas, irritados com os bloqueios impostos pelos manifestantes, insultaram os ativistas pró-democracia.
Mais cedo, centenas de policiais retiraram as barricadas de várias avenidas de Admiralty e do bairro comercial de Mongkok, aproveitando que poucos manifestantes passaram e noite nos dois locais.
A polícia divulgou um comunicado com um pedido para que os manifestantes não apresentassem oposição e acabassem com os obstáculos que bloqueiam as ruas.
"Estou irritado porque este 'movimento dos guarda-chuvas' é dos estudantes de Hong Kong. A polícia não deveria ser nossa inimiga, e sim nossa amiga", disse à AFP Kim Kwan, um estudante de 21 anos.
"A polícia se nega a conversar com a gente e faz o que tem vontade", afirmou Wong King-wa, de 25 anos.
Os agentes não utilizaram equipamento antidistúrbios. O chefe de Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, havia prometido que a polícia faria "uso limitado da força".
Há mais de duas semanas, os manifestantes, em sua maioria estudantes, ocupam vários bairros e avenidas estratégicas da ex-colônia britânica, que enfrenta a mais grave crise política desde que o Reino Unido devolveu o território a China em 1997.
Leia mais no MSN.
Homens encapuzados atacaram nesta segunda-feira os manifestantes pró-democracia em Hong Kong, em uma tentativa de acabar com as barricadas criadas pelo movimento no epicentro dos protestos que exigem de Pequim o sufrágio universal pleno no território.
Os confrontos aconteceram em uma ampla avenida ocupada em Admiralty, o bairro dos ministérios, quando homens com máscaras de cirurgião tentaram destruir as barricadas.
Os policiais conseguiram prender dois manifestantes e formaram um cordão para impedir os ataques.
Os manifestantes acusaram a máfia chinesa, que já havia sido apontada como a responsável por incidentes violentos em áreas ocupadas pelos ativistas.
A televisão exibiu imagens de um homem obrigado pela polícia a entregar uma navalha.
Durante o incidente, vários taxistas, irritados com os bloqueios impostos pelos manifestantes, insultaram os ativistas pró-democracia.
Mais cedo, centenas de policiais retiraram as barricadas de várias avenidas de Admiralty e do bairro comercial de Mongkok, aproveitando que poucos manifestantes passaram e noite nos dois locais.
A polícia divulgou um comunicado com um pedido para que os manifestantes não apresentassem oposição e acabassem com os obstáculos que bloqueiam as ruas.
"Estou irritado porque este 'movimento dos guarda-chuvas' é dos estudantes de Hong Kong. A polícia não deveria ser nossa inimiga, e sim nossa amiga", disse à AFP Kim Kwan, um estudante de 21 anos.
"A polícia se nega a conversar com a gente e faz o que tem vontade", afirmou Wong King-wa, de 25 anos.
Os agentes não utilizaram equipamento antidistúrbios. O chefe de Governo de Hong Kong, Leung Chun-ying, havia prometido que a polícia faria "uso limitado da força".
Há mais de duas semanas, os manifestantes, em sua maioria estudantes, ocupam vários bairros e avenidas estratégicas da ex-colônia britânica, que enfrenta a mais grave crise política desde que o Reino Unido devolveu o território a China em 1997.
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