USP aprova reajuste para salários de professores e funcionários
(G1) O Conselho Universitário da Universidade de São Paulo (CO-USP) aprovou, no início da noite desta terça-feira (2), uma proposta de reajuste salarial de 5,2% para os servidores (professores e funcionários). Essa proposta, apresentada pela Comissão de Orçamento da USP nesta terça, ainda precisa ser debatida pelos sindicatos de docentes e funcionários técnico-administrativos antes que a greve deflagrada nas universidades estaduais paulistas seja encerrada. A oferta será apresentada na tarde desta quarta-feira (3), em reunião de negociação entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulista (Cruesp) e o Fórum das Seis, que reúne os sindicatos de professores e funcionários da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
A greve de professores, funcionários e estudantes das três instituições começou no fim de maio motivada pela oferta de reajuste zero apresentada pelo Cruesp. Caso a reunião da quarta-feira acabe em um acordo entre as partes, os sindicatos ainda farão assembleias de suas categorias para definir se o acordo será aceito e se a greve será encerrada.
Segundo a assessoria de imprensa da reitoria da USP, a proposta, caso seja aceita, prevê que cerca de metade do reajuste seja incorporado em outubro e novembro, e a outra metade em janeiro de 2015.
Nesta terça, o CO também aprovou a proposta do reitor Marco Antonio Zago de colocar em prática um plano de demissão voluntária de funcionários da instituição. A maioria dos conselheiros votou pela aprovação do Programa de Incentivo à Demissão Voluntária (PIDV), que prevê até R$ 400 mil de indenização aos funcionários. A reunião é uma continuação do encontro realizado na semana passada, que foi interrompido pelo excesso de tempo.
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