A dois meses da eleição, Nobre 'some' em meio à crise do Palmeiras
No início deste mês, em sua última entrevista coletiva na Academia de Futebol, Paulo Nobre disse confiar na torcida para garantir que o Palmeiras não será rebaixado no Campeonato Brasileiro. Mas, em campo, onde realmente se define o destino do time, a equipe está na última colocação após perder por 6 a 0 para o Goiás. E o torcedor, única esperança do dirigente, não consegue ouvir mais nada do presidente.
Nobre não tem nenhum pronunciamento programado para os próximos dias. No clube, justificam o sumiço do mandatário a uma conclusão óbvia: as eleições marcadas para novembro. O dirigente tem trabalhado em alianças para conseguir mais dois anos de mandato e se expor em meio à crise no futebol só traria prejuízos.
Em Goiânia, a diretoria foi representada pelo vice-presidente Genaro Marino, pelo diretor executivo José Carlos Brunoro e pelo gerente de futebol Omar Feitosa. E coube a Brunoro, de quem Nobre tem evitado aparecer ao lado também pensando em preservar sua imagem política, mais uma vez ser escudo.
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