Diretor médico do Cruzeiro detalha novo parâmetro para verificar lesões
Com menos de dois meses oficialmente no cargo de diretor médico do Cruzeiro, Sérgio Campolina vai implantando, aos poucos, a sua filosofia no departamento médico e fazendo modificações. Na coletiva em que apresentou a parceria com uma empresa de diagnóstico de exame, ele também comentou sobre como está sendo o diagnóstico de atletas.
Até o momento, nenhum jogador ficou parado por causa de lesão, mas sim por problemas de desconforto muscular ou para fortalecer a parte física, como é o caso atual de Thiago Neves. Sérgio Campolina comentou como está sendo o diagnóstico das lesões.
- Todo mundo sabe que a minha formação é voleibol, rodando com a seleção e o Cruzeiro. O que vejo é a necessidade de condensação de informação. Todo mundo ter o acesso “just in time” (ao mesmo tempo). Outra coisa que eu percebi, em termos de parâmetro de controle. Ou seja, teve uma lesão? Teve. Como a gente vai saber se está evoluindo bem ou não? Aí entra em um dos maiores avanços aqui no Cruzeiro: o controle pela ultrassonografia. O atleta tem uma lesão muscular, nós fazemos um controle dinâmico dessa cicatrização de lesão - disse Campolina, que ainda detalhou sobre como é o passo a passo para diagnóstico.
- Todo dia, o atleta chega, ele faz a avaliação fisioterápica, ele passa no departamento médico, faz o exame de ultrassonografia da região lesionada. Com isso, a gente consegue um parâmetro de como está sendo a evolução biológica dessa lesão: se o hematoma está sendo absorvido, se a lesão está estabilizando, se o edema está melhorando. Assim, não só o fisioterapeuta e o preparador físico ficam mais seguros para continuar ou recuar o trabalho que está fazendo, e até o atleta também se sente melhor assistido. Esse é o diferencial que o nosso clube tem, e poucos clubes no Brasil conseguem fazer. Em relação aos novos aparelhos, nós conseguimos uma nova tecnologia tanto para tratamento, como para prevenção.
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