Washington expulsa diplomatas cubanos


Em um caso que mais parece ter saído de um relato da Guerra Fria, a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, divulgou nesta quarta-feira (9) que dois diplomatas cubanos foram expulsos dos Estados Unidos depois que "incidentes" causaram "vários sintomas físicos" a funcionários da Embaixada dos EUA em Havana.

Nauert não quis esclarecer quantos americanos teriam sido afetados nem quais foram os sintomas. Os episódios começaram no fim de 2016, e os funcionários tiveram que deixar a ilha e voltar aos EUA.

No entanto, outros funcionários, sob anonimato, disseram à Associated Press que, entre os sintomas causados pelos "incidentes", estaria a possível perda de audição.

Um deles disse que o governo está investigando se membros do regime do ditador Raúl Castro teriam colocado aparelhos sonoros que produzem sons inaudíveis nas casas de cinco funcionários da embaixada com a intenção de deixá-los surdos.Os diplomatas cubanos em Washington tiveram sua saída ordenada pelos EUA em 23 de maio, mas a informação só foi confirmada pelo governo americano nesta quarta, depois de ter sido publicada pela CBS Radio News.

O Departamento de Estado diz que não há "respostas definitivas sobre a origem ou causa dos incidentes", mas deixou claro que o governo do presidente Donald Trump responsabiliza Havana.

"O governo cubano tem a responsabilidade e a obrigação, sob a Convenção de Genebra, de proteger os nossos diplomatas", disse Nauert.

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