Grêmio se apega a conquistas, mira "um título" e usa Copa de 82 como exemplo
A discussão é antiga. Quando o futebol se alastrava pela Europa e já tomava ares de coisa “mais importante das menos importantes”, como definiu o técnico italiano Arrigo Sachi, o assunto era sempre: é melhor ganhar ou é preciso também jogar bem? A discussão resume um pouco o momento do Grêmio em 2017, após outra boa atuação, na vitória por 3 a 2 sobre o Atlético-PR, em Curitiba, com classificação para a semifinal da Copa do Brasil. Só jogar bem e ser elogiado é suficiente? Claro que, para os gremistas, não. Como um discurso unificado, grupo e diretoria falam em ao menos “um título até o fim da temporada”. E para evitar deslizes, sobrou até para a seleção de 82 servir como exemplo.
Renato Portaluppi foi quem citou, espontaneamente, aquele time com craques como Falcão, Sócrates, Zico, Júnior e companhia. Seleção de luxo, mas que parou na segunda fase do Mundial em derrota para a Itália por 3 a 2, na Tragédia de Sarrià. A moral da história toda é: o Grêmio não quer apenas receber elogios e reconhecimento pelo desempenho - outra vez bom, agora com time misto. Tem como meta principal obter ao menos um título no ano. Atualmente, está na semifinal da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, é vice-líder do Brasileirão e tem vantagem nas oitavas da Libertadores, contra o Godoy Cruz, por ter vencido por 1 a 0 na Argentina.
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