Eurico 'culpa' PM por selvageria: 'Há 'síndrome do Eurico'. Querem atribuir a responsabilidade ao presidente'
As cenas de selvageria que resultaram na morte de um torcedor e outros três hospitalizados após o clássico do último sábado com o Flamengo, no estádio São Januário, voltaram a ser abordadas pelo presidente Eurico Miranda, do Vasco.
Em entrevista coletiva, o cartola negou culpa pelo incidente.
Mais do que isso, atribuiu parte da confusão que chocou o país ao comportamento da Polícia Militar. Ele saiu em defesa dos funcionários cruzmaltinos e também sugeriu ser 'perseguido', ao contrário de outros mandatários, sempre que episódios assim acontecem na Colina Sagrada.
"Quando acontecem essas coisas em outros lugares, não falam sobre o presidente. Há 'síndrome do Eurico'. Aqui falam do Eurico. Mas nunca vou fugir de responsabilidade", afirmou o dirigente.
"A PM justifica da maneira dela. Pode até nem fazer a revista alegando falta de contingente, mas é a responsável por essa revista. Quando pede que stewards façam, ela PM quem supervisiona. Da parte do Vasco, tomamos todas as medidas necessárias, inclusive solicitei torcida única. A PM é que disse que tinha condição de dar garantia. Os portões de São Januário só abrem após a chegada da PM", prosseguiu.
"É maneira de proceder você de dentro do campo começar a atirar bombas para arquibancada indiscriminadamente? Essa é a maneira de reprimir? Eu condeno que se atire uma bomba de efeito moral indiscriminadamente. Isso está sendo apurado. Não vi nenhum conflito por torcidas, o que é normal em jogos. Mas a forma como reprimi instigou o negócio a ficar generalizado", completou.
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