CEI Anuncia que o Hospital Sírio-Libanês Introduziu o Uso Rotineiro do Sistema Sanguíneo INTERCEPT


O Grupo Comércio Exportação e Importação de Materiais Médicos (CEI) no Brasil anunciou hoje que o Hospital Sírio-Libanês oferece agora aos seus pacientes plaquetas com patógenos reduzidos tratadas com INTERCEPT. O hospital, que realiza aproximadamente 2.100 transfusões de plaquetas por ano, é a primeira instituição brasileira a introduzir o uso rotineiro do INTERCEPT.

"A propagação contínua de patógenos emergentes como o Zika, dengue e, agora, febre amarela, pode impactar negativamente a disponibilidade local de plaquetas devido ao adiamento das doações. Por exemplo, as vacinas estão disponíveis para a prevenção da febre amarela e são essenciais para a saúde pública; no entanto, como um banco de sangue, enfrentamos o desafio de adiar doações por até quatro semanas após a vacinação", afirmou o Dr. Silvano Wendel, Médico Presidente do Instituto de Hemoterapia Sírio-Libanês. "A implantação do Sistema Sanguíneo INTERCEPT irá nos ajudar a manter o estoque de plaquetas durante tais surtos de arbovírus através da mitigação proativa de patógenos que apresentam sérios riscos de infecção transmitida por transfusão. Também implantaremos o INTERCEPT para proteger nosso estoque de plasma e crioprecipitado."

Em dezembro de 2015, o Sistema Sanguíneo INTERCEPT para plaquetas e plasma foi o primeiro e único sistema de inativação de patógeno a receber a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para uso comercial no Brasil. A tecnologia demonstrou inativar arbovírus como o da Zika, dengue e o vírus chikungunya.

"Como parte da missão do CEI, devemos apresentar e apoiar tecnologias inovadoras da área médica no Brasil para proteger pacientes de infecções transmitidas por transfusões. Agora, pela primeira vez, um banco de sangue brasileiro tem uma ferramenta para mitigar riscos de transfusão infecciosa devido a patógenos conhecidos e emergentes", afirmou Paulo Pacheco, Diretor Executivo do CEI. "Estamos orgulhosos por disponibilizar a tecnologia de redução de patógenos em bancos por todo o Brasil e por apoiar o Sírio-Libanês ao disponibilizar aos pacientes plaquetas e componentes do plasma tratados pelo INTERCEPT."

O Sistema Sanguíneo INTERCEPT reforça o fato de que as plaquetas e o plasma não necessitam de DNA ou RNA funcional, ao contrário dos patógenos e glóbulos brancos do doador geralmente prejudiciais. A redução de patógenos através do Sistema Sanguíneo INTERCEPT foi desenvolvida para bloquear o processo de replicação para que vírus, bactérias e parasitas prejudiciais não sejam capazes de se replicar e causar uma doença.

SOBRE O SISTEMA SANGUÍNEO INTERCEPT

O Sistema Sanguíneo INTERCEPT para plaquetas e plasma, aprovado na Europa desde 2002 e nos Estados Unidos desde 2014, foi desenvolvido para aumentar a segurança de componentes sanguíneos doados ao inativar um amplo espectro de vírus envelopados e não envelopados, bactérias Gram-positivas e negativas, espiroquetas e parasitas, além de glóbulos brancos potencialmente prejudiciais presentes no sangue do doador. O INTERCEPT é composto por conjuntos de processamento de plasma e plaquetas de uso único e um dispositivo de iluminação ultravioleta (UVA) para a preparação ex-vivo e armazenamento de derivados sanguíneos com patógenos reduzidos ou componentes do plasma e plaquetas de aférese. A segurança e a eficácia de plaquetas e plasma tratados com o Sistema Sanguíneo INTERCEPT foram exaustivamente avaliadas em estudos clínicos, monitoradas e apresentaram-se seguras para uso rotineiro através de programas de hemovigilância abrangendo mais de 500 mil componentes do plasma e plaquetas processados pelo INTERCEPT.

O INTERCEPT e o Sistema Sanguíneo INTERCEPT são marcas registradas da Cerus Corporation.



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