Ala "rebelde" tucana, cabeças pretas forçam saída do governo Temer
"Tem que ser bem ousada", diz, sorrindo, a deputada Mariana Carvalho, 30, em seu amplo gabinete da 2ª Secretaria da Câmara, em que ocupou uma parede inteira com uma foto do rio Madeira.
"Tem pessoas que acham que você tem que esperar na fila. Vejo gente aqui há seis mandatos que nunca teve destaque. Eu acho que quem faz o momento somos nós."
Ela comenta que, com o aparelho fixo recém-colocado nos dentes, ficou com cara "de mais novinha ainda". "Eu sou de Rondônia, sou mulher, sou jovem. E hoje nem posso dizer que sinto preconceito."
Mariana obteve 416 votos para compor a Mesa Diretora sem o apoio de seu partido. Lançou candidatura avulsa quando desconfiou de que o PSDB não daria espaço para que disputasse com Carlos Sampaio (SP), que acabou se retirando da eleição.
A atitude de Mariana ilustra o comportamento dos chamados "cabeças pretas", grupo de cerca de dez deputados jovens do PSDB, que, chegando à reta final de seus primeiros mandatos, começam a pensar no futuro político.
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