Palmeiras não empolga, mas melhora sem estrelas contra o Atlético-MG
As vaias ao final do empate contra o Atlético-MG, na arena, mostram que a torcida do Palmeiras espera muito mais de um time que custou milhões para vencer tudo. Mas a atuação diante dos mineiros dá ao técnico Cuca uma luz do que fazer para a equipe engrenar. E a solução aparentemente está em apostar em jogadores menos badalados do que nas estrelas que recheiam o elenco.
Thiago Santos não tem a grife de Felipe Melo, mas, hoje, é mais útil ao time do que o Pitbull. Posicionado à frente da zaga, o volante de ótimo poder de marcação deu a proteção necessária para Mina se lançar ao ataque e permitiu que os laterais Mayke e Egídio avançassem intensamente. Felipe, aos 33 anos, já não tem o mesmo vigor físico para se deslocar tanto.
A situação é a mesma na lateral esquerda. Zé Roberto, 42 anos, tem mostrado muita dificuldade para acompanhar adversários velozes e ainda avançar para criar. Egídio pode não ser um craque, talvez nunca tenha a confiança da torcida, mas rendeu melhor do que o concorrente de setor.
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