Com "fico" após assédio do São Paulo, Fernando Bob aumenta prestígio na Ponte
Mais que não perder uma peça fundamental em campo, a permanência de Fernando Bob na Ponte Preta tem um peso extra, que transcende as quatro linhas. Ao resistir ao assédio do São Paulo, ele aumentou o prestígio no Majestoso, da alta cúpula à torcida.
Afinal, trata-se do capitão, da referência técnica do time e de um ídolo que os alvinegros aprenderam a admirar e agora respeitam ainda mais. Alguém que tem uma pintura no túnel do estádio, ao lado de outros grandes nomes do clube, e que faz as pessoas comprarem a camisa com o número 5 às costas.
Uma relação que começou a se fortalecer em Buenos Aires, com o histórico gol "chapelito", na classificação sobre o Vélez Sarsfield às semifinais da Copa Sul-Americana de 2013. De lá para cá, foram mais de 100 jogos, duas finais (Sul-Americana e o último Paulistão) e um acesso. As campanhas marcantes se sobrepõem ao rebaixamento no Brasileirão de 2013.
Quando foi para o Internacional, no fim de 2015, Bob saiu pela porta da frente. E deixou saudade. Não poderia jogar fora agora tudo o que construiu nos últimos anos. Se deixasse a Ponte neste momento, menos de quatro meses depois de voltar fazendo juras de amor, colocaria uma mancha em uma história tão bonita.
Por mais que Bob tenha enfatizado que pertence ao Internacional e que a decisão não cabe exclusivamente a ele, sua vontade de continuar no Majestoso, em reconhecimento ao que a Ponte representa para a sua carreira, teve papel fundamental no desfecho da novela. Desfecho feliz para a Macaca e para o volante também.
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