Flu volta a ter prejuízo no Maraca e espera contar com o Giulite Coutinho em breve
O ano de 2016 não foi nada fácil para o Fluminense. Sem o Maracanã, sua casa, e até o Estádio Nilton Santos, fechados para a Olimpíada, o Tricolor foi itinerante em boa parte da temporada. Para 2017, o clube brigou na Justiça para fazer valer seu direito de atuar no Maior do Mundo, mas a torcida, até aqui, não comprou o barulho. Em cinco jogos no estádio, apenas dois geraram lucro, e o prejuízo na última partida, contra o Santos, chegou a R$ 360.961,58 - maior até do que a renda de R$ 305.610,00. A alternativa mais barata seria o Giulite Coutinho e a diretoria espera resolver a falta de laudos em pouco tempo.
O "rombo" no caixa tem explicação: apenas 9.880 torcedores pagaram ingresso para assistir a estreia do Fluminense no Campeonato Brasileiro. Em que pese a data comemorativa ao Dia das Mães e o horário de 11h, ainda fora do costume da torcida, o público ficou bem aquém do esperado pela diretoria para que a conta fechasse. Para evitar o prejuízo, são necessários ao menos 25 mil pagantes.
O resultado financeiro negativo da partida, sozinho, quase anula o lucro gerado nas partidas contra o Flamengo, pela final do Carioca, e contra o Liverpool, na Copa Sul-Americana. Somados aos outros déficits gerados nas partidas contra Vasco e Goiás, o estádio tem se tornado uma fonte de despesas e não de receitas, como deveria ser.
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