Rodízio de Ceni chega ao fim com "intocáveis" e reservas em ascensão
O importante mês de abril começou positivo para o São Paulo. Mesmo com partidas de mata-mata, Rogério Ceni conseguiu rodar o elenco e poupar jogadores fundamentais na medida do possível. Isso, no entanto, acabou no último sábado. Nas palavras do próprio treinador, ninguém mais será poupado até o fim das decisões da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista.
Isso significa que a escalação escolhida para o jogo desta quinta-feira, às 21h30, contra o Cruzeiro, no Morumbi, será aquela considerada ideal pelo técnico – sem considerar os machucados, é claro.
O São Paulo fez 21 jogos na temporada: dois pelo Torneio da Flórida, 14 no Paulistão, quatro na Copa do Brasil e um na Sul-Americana. Os dois atletas mais usados por Rogério Ceni foram Thiago Mendes e Junior Tavares, com 19 exibições cada. Cícero e Luiz Araújo (18 cada) estão logo atrás.
Thiago voltou a ser o atleta com chegada ao ataque, característica mostrada com mais frequência em 2015. Tanto que, até abril, já soma quatro gols, mesmo número de todo o ano de 2016, em que fez 62 apresentações. Prova de como tem mais liberdade para atuar com Ceni, e trunfo para tentar cumprir o objetivo de chegar à seleção brasileira.
Júnior, por sua vez, tem situação peculiar. Desconhecido no início da temporada, o garoto comprado da base do Grêmio terminou a formação no São Paulo, foi promovido e tomou conta da posição. O Tricolor tinha a opção de segurar Mena, pedir o retorno de Reinaldo, manter Matheus Reis e Carlinhos. Mas a comissão técnica apostou no jogador de 20 anos. Deu mais do que certo. O problema é a reposição. Improvisado no setor, Buffarini foi mal, e o contratado Edimar teve um estiramento muscular logo de cara.
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