Novo Land Rover Discovery é candidato ao Prêmio Carpress 2017
Com início das entregas para os compradores previsto para o final de junho, o novo Land Rover Discovery é candidato ao título de Melhor SUV no Prêmio Carpress 2017. O modelo teve anunciados preços e versões na última semana: SE, HSE, HSE Luxury e First Edition, custando R$ 363 mil, R$ 389 mil, R$ 429 mil e R$ 469 mil respectivamente. Todas estão disponíveis com motores V6 a diesel (pronta entrega) de 258 cv e a gasolina (sob encomenda) de 340 cv, associados a uma transmissão automática ZF de oito velocidades e tração integral.
O site Carpress (http://carpress.uol.com.br), revista eletrônica voltada ao mundo da mobilidade, já divulgou detalhes sobre pontos específicos do regulamento do prêmio. Por exemplo: veículos que não tenham sido avaliados por pelo menos um dos membros do Comitê Gestor estarão automaticamente inelegíveis ao Prêmio Carpress 2017.
Serão 12 categorias: Grande Prêmio Carro Carpress®, Melhor Carro (até R$ 109.999), Melhor Carro Premium (inclui importados, a partir de R$ 110.000), Melhor SUV, Melhor Picape, Destaque Saudade Carpress® (para modelos que saíram de linha no período que corresponde à premiação), Destaque Eficiência Energética Carpress® (para modelos que gastam menos), Destaque Tecnologia Carpress® (pode ser motor, tecnologia híbrida etc), Melhor Comercial/Campanha publicitária (vale TV ou web), Melhor Ação de Vendas, Executivo do ano Carpress® e Melhor Carro Escolha da Audiência (voto do internauta).
Votam na premiação, além dos membros do Comitê Gestor – Luís Perez (publisher do Carpress) e Wandick Donett (editor-executivo do Carpress) –, os jornalistas Alex Ruffo (Speedway e Mega Motor), Antônio Meira Jr. (Correio), Eugênio Augusto Brito (UOL Carros), Flavio Silveira (Motor Show), Giu Brandão (MundoSobreRodas), Jorge Moraes (Auto Motor Nordeste), Marcelo Queiroz (Autópolis) e Ricardo Ribeiro (Agora SP).
“Um dado importante é que veículos que não tenham sido avaliados por pelo menos um dos membros do Comitê Gestor estarão automaticamente inelegíveis”, afirma Perez. “É uma forma de valorizar o veículo, que faz uma cobertura seletiva em vez de extensiva do setor. Publicar tudo o que aparece por aí é fácil. Publicar o que há de mais importante para a vida do leitor é muito mais difícil. No vendaval de informações de hoje, essa é uma das principais prerrogativas do jornalista.
”Segundo Perez, esse ponto no regulamento de forma nenhuma faz pouco caso dos dez jurados, que aliás reúne o que ele chama de “um timaço” do jornalismo automotivo. “Muita gente boa ficou de fora e com dor no coração não chamamos. Mas já adianto que haverá um rodízio nos anos seguintes. No mais, há uma orientação geral de só votar em veículos que o votante tenha dirigido.”
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