Cuesta chega com desafio de superar fracassos recentes de argentinos
A contratação de Victor Cuesta mantém uma tradição recente no Inter. Até pelo sucesso de D'Alessandro, há um carinho especial no clube por jogadores argentinos. O zagueiro, contratado para ser o novo xerife da zaga, é o 10º jogador contratado da terra de Maradona pelo clube nos últimos 10 anos. E chega com o desafio de apagar os fracassos mais recentes de seus compatriotas no Beira-Rio.
Em 2008, o Colorado já contava com Guiñazu, então xodó dos torcedores. Porém, no final de julho, a direção confirmava a contratação de D'Alessandro. O meia, logo de cara, foi um dos expoentes no título da Sul-Americana. Depois, marcou de vez seu nome na história colorada ao conduzir o time ao bicampeonato da Libertadores em 2010.
Desde então, virou uma rotina para o Inter buscar reforços no país vizinho. Apenas em 2009 o clube não contratou nenhum hermano. Em 2010, Pato Abbondanzieri chegou para ser o goleiro da Libertadores. Teve papel decisivo, principalmente no empate em 1 a 1 com o Deportivo Quito, quando convenceu o árbitro colombiano José Buitrago a reverter um pênalti. Quando ocorreu a troca de comando de Jorge Fossati por Celso Roth, perdeu a titularidade para Renan.
No ano seguinte, desembarcaram Bolatti e Cavenaghi. O primeiro iniciou bem, com gols, e logo caiu nas graças da torcida, mas depois perdeu espaço. Já o centroavante, que era a aposta de artilheiro, viu Leandro Damião deslanchar e pediu para deixar o Beira-Rio.
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