Bandeira crê que modelo para a Gávea não encontrará rejeição de associação


Hoje apoiado pela prefeitura, o sonho de o Flamengo voltar a jogar na Gávea, recentemente praticamente impossível, tornou-se viável. Agora é preciso vencer outra resistência: a da AmaLeblon (Associação de Moradores e Amigos dos Leblon), que sempre reclamou do barulho e dos impactos no trânsito provocados pelas partidas realizadas no local. Eduardo Bandeira de Mello crê que isso será superado sem maiores problemas.

O aumento de opções no transporte público para chegar à casa rubro-negra, aliado à modernidade que o Flamengo entregará segundo afirma o presidente, serão trunfos para derrubar a oposição tradicionalmente feita pela AmaLeblon. No que o clube projeta, não está previsto estacionamento no estádio e ainda haverá um sistema capaz de inibir a propagação de barulho.

- Acho que não (a associação não reclamará). A ideia é fazer um estádio com proteção acústica. Hoje você já tem praticamente três estações de metrô que minimizam qualquer impacto de tráfego que no passado poderia ser problema. Vai ser um equipamento bonito e que vai valorizar a região - afirmou Bandeira, momentos após apresentar a palestra "Governança do Futebol: Tendências e Novos Padrões", na PUC-RJ.


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